Não vou fingir que sei escrever.
Só quero ter aonde manter certos pensamentos/letras/frases. Aliviar a mente de incômodos. Guardar o que me parece interessante para hoje ou um tempo futuro.
Um lugar onde eu possa encontrá-los depois de um certo tempo, sem sujar meu quarto.
Palavras batidas. Palavras que saem sem perceber. Que invadem a mente, dominam teu cérebro, não te deixam esquecer, se esquivar. Douram. Pensamentos que cansam, que contaminam. Pensamentos que se camuflam em situações. Você pensa, reprime. Porque sofre, e muito. Então tenta pensar em outro assunto. Cortina? Tempo? O que eu tenho pra fazer amanhã? Já tá na hora do almoço? Almoço! Onde vou comer? Hmmm. Queria um sandwich... Cheeseburger, McDonald's, casquinha mista, o shopping, a fila, aquele abraço, aquela sensação, o pensamento, retorna, a má sensação completa, a tristeza, o arrependimento, a nova repressão para um novo pensamento. Como Simba já dizia, um ciclo sem fim. Retorcendo e contorcendo o sentido da música. Mas desenhos levam tudo ao lado bom da vida. Sinto aí uma ironia. Não sei se só eu, mas sinto. "Always look on the bright side of life"? Sim, tudo ironia. Na prática você tenta, mas no escuro da noite, 5 minutos antes de pegar no sono, tudo vem a mente, os pensamentos reaparecem e você se vê novamente apunhalada por si própria. Lágrimas caem, mas não se sabe ao certo o porque. Só se sabe que caem. Salgam o rosto, aliviam a mente e trazem o sono. Com os sonhos, que é melhor nem se tentar descobrir o que querem dizer. São apenas outra forma de alívio da mente. É disso que eu preciso. Queria eu poder parar de pensar por um dia, queria eu chegar tão exausta em casa, cair na cama e dormir com a roupa do corpo. Sem tempo pra pensar. Sem. Quem dera que a mente guardasse apenas as coisas boas. Me parece que ela processa essas e penera as outras. Aí elas ficam lá, prontinhas para uma deixa, um momento livre e pronto. É impossível desviar. Tenta e tenta e nada. O que resta é pensar, tentar processar, tentar esquecer, de algum modo se aliviar. Será? E as férias são assim: tempo de sobra, pensamentos de sobra. Alguém se habilita a comprar?
Um lugar onde eu possa encontrá-los depois de um certo tempo, sem sujar meu quarto.
Palavras batidas. Palavras que saem sem perceber. Que invadem a mente, dominam teu cérebro, não te deixam esquecer, se esquivar. Douram. Pensamentos que cansam, que contaminam. Pensamentos que se camuflam em situações. Você pensa, reprime. Porque sofre, e muito. Então tenta pensar em outro assunto. Cortina? Tempo? O que eu tenho pra fazer amanhã? Já tá na hora do almoço? Almoço! Onde vou comer? Hmmm. Queria um sandwich... Cheeseburger, McDonald's, casquinha mista, o shopping, a fila, aquele abraço, aquela sensação, o pensamento, retorna, a má sensação completa, a tristeza, o arrependimento, a nova repressão para um novo pensamento. Como Simba já dizia, um ciclo sem fim. Retorcendo e contorcendo o sentido da música. Mas desenhos levam tudo ao lado bom da vida. Sinto aí uma ironia. Não sei se só eu, mas sinto. "Always look on the bright side of life"? Sim, tudo ironia. Na prática você tenta, mas no escuro da noite, 5 minutos antes de pegar no sono, tudo vem a mente, os pensamentos reaparecem e você se vê novamente apunhalada por si própria. Lágrimas caem, mas não se sabe ao certo o porque. Só se sabe que caem. Salgam o rosto, aliviam a mente e trazem o sono. Com os sonhos, que é melhor nem se tentar descobrir o que querem dizer. São apenas outra forma de alívio da mente. É disso que eu preciso. Queria eu poder parar de pensar por um dia, queria eu chegar tão exausta em casa, cair na cama e dormir com a roupa do corpo. Sem tempo pra pensar. Sem. Quem dera que a mente guardasse apenas as coisas boas. Me parece que ela processa essas e penera as outras. Aí elas ficam lá, prontinhas para uma deixa, um momento livre e pronto. É impossível desviar. Tenta e tenta e nada. O que resta é pensar, tentar processar, tentar esquecer, de algum modo se aliviar. Será? E as férias são assim: tempo de sobra, pensamentos de sobra. Alguém se habilita a comprar?
Bb
Eu quero ver você dançar
A7 Dm
Em cima de uma faca molhada de sangue
F
Enfiada no meu coração
(Faaca, Mombojó)
