Sem tempo.
Ultimamente não tenho tempo nem para pensar, menos ainda para manter um número medíocre de posts com pensamentos. Mas ainda não os abandonei. E nem pretendo. A mídia massiva que me perdoe, o Big Brother que não se meta, mas eu sim, continuo pensando, filosofando, sobre tudo. Sobre nada. Sobre mim, os outros, a vida, o mundo, para onde vamos? De onde viemos? Qual a resposta? 42? É. Deve ser...
Ahh, nossa. Entrei aqui para postar apenas duas tirinhas excelentes, nem ia escrever nada, mas essa conversa me lembrou essa tira do Wulffmorgenthaler que eu necessito compartilhar. Resume, a vida. E essas indagações existenciais que não chegam a lugar nenhum porque não têm onde chegar. Nossa existência terrena não depende delas. O que acontece é que nunca estamos satisfeitos com o que sabemos, sempre queremos descobrir mais. Pensar mais. Ir atrás do que não podemos explicar. Do que ninguém pode nos explicar. Porque qual é a graça de você filosofar sobre algo que chegue a algum lugar já que existe sempre aquele espertinho, chega e diz "cara, é simples, blábláblá". Todos seus pensamentos vão embora, você descobre a resposta por intermédio de terceiros e fica feliz. Não, não fica. Você quer descobrir, você quer ter o mérito. Egoísmo? Não. Simplesmente natureza humana. E nessa, para você não filosofar, não tentar descobrir o conhecimento, que atraí uma maior busca por conhecimento que não cessa, quer sempre saber mais. Mais. E a mídia aparece para podar. Instiga você a não pensar. Joga para a massa pensamentos felizes, sobre uma vida boa e com fartura. Novela das 8. Despeja músicas sem conteúdo que penetram na sua mente como um vírus mirabolante e alí parasitam. Funks, axés. Aquela bobagem de Faustão. Líderes carismáticos que não te deixam pensar, que te sugam. E você é levado por um pensamento coletivo a agir por indespontânea vontade. A seguí-los, sem perceber. Sem pensar. Silenciófobos, como diria Chuck Palahniuk. A mídia de massa comanda para não pensar, para não incomodar o sistema.
Eu estou aqui pensando. Não que isso seja algum mérito, nem alguma tentativa de mudança do sistema. Estou até que bem com ele: tenho cama, chocolate, carro e desenho. Por enquanto tá beleza. Mas tenho ciência que nem todos estão assim e também, que nem todos querem mudar. Ou alguns, nem sabem que podem mudar, são levadas a não indagar. O único pensamento que levam é "qual o jeito mais simples de resolver?". Roubar, matar. Punir? Não, não é a solução. Não vou concluir esse texto, mesmo porque nem ia escrevê-lo. Fui levada...
Vou deixar apenas aquela tirinha que me veio à mente enquanto eu escrevia... As outras duas ficam para uma próxima.
Ahh, nossa. Entrei aqui para postar apenas duas tirinhas excelentes, nem ia escrever nada, mas essa conversa me lembrou essa tira do Wulffmorgenthaler que eu necessito compartilhar. Resume, a vida. E essas indagações existenciais que não chegam a lugar nenhum porque não têm onde chegar. Nossa existência terrena não depende delas. O que acontece é que nunca estamos satisfeitos com o que sabemos, sempre queremos descobrir mais. Pensar mais. Ir atrás do que não podemos explicar. Do que ninguém pode nos explicar. Porque qual é a graça de você filosofar sobre algo que chegue a algum lugar já que existe sempre aquele espertinho, chega e diz "cara, é simples, blábláblá". Todos seus pensamentos vão embora, você descobre a resposta por intermédio de terceiros e fica feliz. Não, não fica. Você quer descobrir, você quer ter o mérito. Egoísmo? Não. Simplesmente natureza humana. E nessa, para você não filosofar, não tentar descobrir o conhecimento, que atraí uma maior busca por conhecimento que não cessa, quer sempre saber mais. Mais. E a mídia aparece para podar. Instiga você a não pensar. Joga para a massa pensamentos felizes, sobre uma vida boa e com fartura. Novela das 8. Despeja músicas sem conteúdo que penetram na sua mente como um vírus mirabolante e alí parasitam. Funks, axés. Aquela bobagem de Faustão. Líderes carismáticos que não te deixam pensar, que te sugam. E você é levado por um pensamento coletivo a agir por indespontânea vontade. A seguí-los, sem perceber. Sem pensar. Silenciófobos, como diria Chuck Palahniuk. A mídia de massa comanda para não pensar, para não incomodar o sistema.
Eu estou aqui pensando. Não que isso seja algum mérito, nem alguma tentativa de mudança do sistema. Estou até que bem com ele: tenho cama, chocolate, carro e desenho. Por enquanto tá beleza. Mas tenho ciência que nem todos estão assim e também, que nem todos querem mudar. Ou alguns, nem sabem que podem mudar, são levadas a não indagar. O único pensamento que levam é "qual o jeito mais simples de resolver?". Roubar, matar. Punir? Não, não é a solução. Não vou concluir esse texto, mesmo porque nem ia escrevê-lo. Fui levada...
Vou deixar apenas aquela tirinha que me veio à mente enquanto eu escrevia... As outras duas ficam para uma próxima.
